quinta-feira, 30 de julho de 2009

Sobre o mar



fonte: pavablog

quarta-feira, 29 de julho de 2009

terça-feira, 28 de julho de 2009

"Tá" tudo dominado!

"O mundo tornou-se perigoso, porque os homens aprenderam a dominar a natureza antes de se dominarem a si mesmos."
Albert Schweitzer

via site luiz fiel

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Método Masculino de Resolução de Problemas - os filhos de Caim


 fonte: blog um sábado qualquer

domingo, 26 de julho de 2009

FIlhinho da mamãe

Quatro mães católicas estão tomando um chá.

A primeira mãe, querendo impressionar as outras diz:

- Meu filho é padre. Quando ele entra em qualquer lugar todos se levantam e dizem: "Boa tarde, Padre!"

A segunda mãe não fica para trás e comenta:

- Pois meu filho é bispo. Quando ele entra em uma sala, com aquela roupa, todos param o que estão fazendo e dizem: "Sua bênção, Bispo!"

A terceira mãe, calmamente, acrescenta:

- Pois o meu é cardeal. Quando entra em uma sala todos se levantam, beijam o seu anel e dizem: "Sua bênção, Eminência!"

A quarta mãe permanece quieta...

Então, a mãe do cardeal, só para provocar, pergunta:

- E o seu filho, não é religioso?

A quarta mãe responde:

- Meu filho tem 1,85 m, é bronzeado, com olhos verdes, pratica musculação e trabalha como stripper. Quando entra numa sala, todo mundo olha e diz:

"MEEEEEEEUUUUUUUUUUU DEEEEUUUUSSSS!!!!!!"


 via pavablog

sábado, 25 de julho de 2009

Queima ele Jesus!

canela de fogo neles!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Ouve-se o júbilo...

Barulho de Igrejas” lidera lista de queixas no Ministério Público de SP

Vizinhos de igrejas lideram as reclamações de poluição sonora feitas ao Ministério Público do estado de São Paulo no último ano. Entre 1º de janeiro e 31 de maio deste ano, técnicos do Programa de Silêncio Urbano (Psiu) da Prefeitura fizeram 165 fiscalizações em templos.

Muitos procuram na religião um meio para encontrar paz e tranquilidade. Viver ao lado de templos religiosos na capital paulista, no entanto, não costuma ser um paraíso. Incomodados com o barulho provocado por missas e cultos, os vizinhos de igrejas lideram as reclamações de poluição sonora feitas ao Ministério Público do estado de São Paulo no último ano. O excesso de queixas levou o promotor José Ismael Lutti, da Promotoria do Meio Ambiente, a propor um acordo com as igrejas.

Estamos pensando em convocar os líderes das igrejas com maior número de templos para assinar um termo de ajustamento de conduta, se comprometendo a respeitar a lei (que estipula o barulho que pode ser feito na cidade - diz Lutti.

Nas duas últimas semanas, o jornal “Diário de S. Paulo” visitou dez igrejas - católicas e evangélicas - entre as maiores da cidade, e constatou que pelo menos cinco delas fazem barulho acima do permitido pela lei municipal. A intensidade do ruído foi avaliada com um decibelímetro (aparelho usado para medir o barulho) nas calçadas dos imóveis vizinhos aos templos.

Os limites de barulho são definidos pela Lei de Zoneamento. No Brás, zona leste de São Paulo, por exemplo, o ruído não pode ultrapassar 70 decibéis durante o dia e 60 decibéis após 22h. O culto da Igreja
Pentecostal O Poder da Fé, entretanto, emitia 80,1 decibéis às 19h30m da terça-feira passada. A 400 metros dali, o decibelímetro marcou 79,3 decibéis durante um culto da Igreja Mundial do Poder de Deus.
Entre 1º de janeiro e 31 de maio deste ano, técnicos do Programa de Silêncio Urbano (Psiu) da Prefeitura fizeram 165 fiscalizações em templos. O número é 58,5% menor do que no mesmo período de 2008: 398 operações. A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras diz que a queda se deve à adaptação das igrejas à legislação municipal. Se a Prefeitura não resolve, o cidadão procura o Ministério Público. Caso a igreja não se comprometa a instalar o isolamento acústico ou reduzir o volume, está sujeita a punições que vão de multa ao fechamento do templo.

Reclamações Online
Cansado de reclamar de um templo na Rua Otávio de Moura, no bairro do Limão, zona norte da capital paulista, o analista de sistemas Leandro Zavitoski, de 27 anos, decidiu criar uma manifestação na internet. O movimento “Deus não é surdo” (www.deusnaoesurdo.com.br) existe desde 2006 com o slogan “Seja um crente decente, não grite no ouvido da gente” e já publicou cerca de 400 reclamações.

- É quase impossível chegar a um acordo com as pessoas que comandam esses espaços. Na maioria do casos, a lei não nos ajuda e o processo se torna extremamente lento e desanimador - afirma Zavitoski.

- As pessoas encontram no site um espaço para compartilhar seu sofrimento com os outros - diz.

O criador da campanha sentiu na pele os efeitos do excesso de barulho enquanto morava ao lado da igreja.

- Perdi as contas de quantas vezes precisei sair de casa para poder estudar para uma prova, para trabalhar ou até mesmo para assistir televisão. Quem mais sofre é o meu pai, que trabalha à noite e usa o dia para descansar - explicou Zavitoski.

Além das queixas, o “Deus não é surdo” abre espaço para a divulgação de templos que respeitam os limites de ruído, além de notícias relacionadas ao assunto. Uma das áreas mais populares do site é a enquete que pergunta qual igreja acaba com o sono dos internautas. Desde 28 de março, 880 pessoas votaram.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Google Earth nos tempos bíblicos

Imaginem se existesse Google Earth nos tempos bíblicos...pois é, o pessoal do Glue Society também pensou nisso e simulou o que seriam algumas das cenas mais impressionantes de todos os tempos.


Arca de Noé e o dilúvio

 
Moisés e o Mar Vermelho


 fonte blog crer e não ter a vergonha de ser feliz.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Marco (in)Feliciano - Liquidação de Milagres!

Eu convoco os que ainda ACREDITAM em profetas, à entrarem comigo numa campanha. Mas esta é apenas para aquele que CRÊ, pois quem crê da um jeito e quem não crê sempre dará uma desculpa. Orei ao Senhor e ELE me deu a seguinte instrução:

Os que precisam do milagre seguirão estes 4 passos, estas 4 instruções:

1) Te “ouvirão” e entrarão contigo em uma campanha de fé!;

2) Sacrificarão um valor simbólico de R$ 7,00 (sete reais), lembrando que não é o valor que provoca o milagre e sim A OBEDIENCIA NA PALAVRA PROFÉTICA!, esse valor será enviado através de depósito ou boleto bancário ou transferência eletrônica, para uma das contas expostas no final desta carta;

3) Após efetuar este depósito, enviarão um email para você: (campanha@marcofeliciano.com.br), contendo a data e o horário do depósito, junto com PEDIDO DE ORAÇÃO;

4) No mesmo dia do depósito as 23:53h (7 minutos para a meia noite), onde estiver o sacrificante, ele ou ela, dobrarão os joelhos e por 7 minutos, orarão ao Senhor. Neste mesmo dia, nesta mesma hora, você e um grupo de intercessão, de homens e mulheres que ACREDITAM EM MILAGRE, estarão com você em oração!

fonte: site do marco (in)feliciano

terça-feira, 21 de julho de 2009

twitter da vida real

Este video mostra como seria o twitter da vida real

assista: Video

vale a pena!!!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Dicas de Sexo por Edir Macedo

Retirada do livro ‘Castigo Divino’ da Igreja Universal do Reino de Deus- (Edir Macedo) AUTOR: Bispo Edir Macedo - Vejam os comentários sobre o pecado das seguintes posições sexuais:

Posição “de quatro”: É uma das posições mais humilhantes para a mulher, pois ela fica prostrada como um animal enquanto seu parceiro ajoelhado a penetra. Animais são seres que não possuem espírito, então o homem que faz o cachorrinho com sua parceira fica com sua alma amaldiçoada e fétida.

Sexo Oral: O prazer de levar um órgão sexual a boca é condenado pelas leis divinas. A boca foi feita para falar e ingerir alimentos e a língua para apreciar os sabores. A mulher engolindo o sêmen não vai ter filhos. E o homem somente sentirá dores musculares na língua ao
sugar a vagina de sua parceira.

Sexo Anal: O ânus é sujo, fétido e possui em suas paredes milhões de bactérias. É o esgoto propriamente dito. No esgoto só existem ratos, baratas e mendigos.. A pessoa que sodomia ou é sodomizada ela se iguala a um rato pestilento… . Seu espírito permanece imundo e amaldiçoado. Mas o pior é quando o ato é homossexual, pois o passaporte dessa infeliz criatura já está carimbado nos confins do inferno.

Veja a maneira certa de se relacionar sexualmente, segundo a cartilha:

Posição Recomendada: O homem e a mulher devem lavar suas partes com 1 litro de água corrente misturado com uma colher de vinagre e outra de sal grosso. Após isso, a mulher deve abrir as pernas e esperar o membro enrijecido do seu parceiro para iniciar a penetração.
O homem após penetrar a mulher, não deve encostar seu peito nos seios dela, pois a fêmea deve estar orando ao Senhor para que seu óvulo esteja sadio ao encontrar o espermatozóide.
Depois do ato sexual, Os dois devem orar, pedindo perdão pelo prazer proibido do orgasmo.
Como penitência… O açoite com vara de bambu é aceito em forma de purificação.

Conclusão: Ou nos veremos no inferno, ou vai faltar bambu no mundo.

fonte: Corto Cabelo e Pinto

domingo, 19 de julho de 2009

Por isso que eu uso óculos



obs. Pedro Haunholter, embora concorde com a tira acima, usa lente.. as vezes prefere óculos...

sábado, 18 de julho de 2009

O inferno dos ateus

Um ateu morre e vai para o céu. Chegando lá é recepcionado por São Pedro:

- Hummm... (lendo o livro da vida pregressa do ateu)... infelizmente meu filho, você não pode adentrar no reino celestial. Você, desde jovem, declarou-se ateu. Até mesmo no leito de morte, você ficou firme no seu ateísmo. Lugar de ateu é no Inferno.

Resignado, o ateu desce às profundezas abissais em procura da entrada do Inferno. Lá chegando tem um choque. A entrada do Inferno parece-se com aqueles grandes cassinos de Las Vegas. Logo na entrada, lindas mulheres recepcionam o ateu.

Extremamente surpreso o ateu adentra no Inferno e é recebido por um homem elegantemente vestido com um terno branco e uma flor no bolso do paletó.

- Seja Bem-Vindo, meu grande amigo! (diz efusivamente) Eu sou Satanás, seu anfitrião por toda a eternidade e qualquer coisa que você queira é só pedir diretamente para mim ou para aquelas lindas mulheres.

(abaixando a voz) A ruiva de vestido preto vai te levar à loucura.

A imagem do inferno era fabulosa: uma longa pradaria onde o comum era a relva baixa e flores. Ao fundo uma pequena sequência de montanhas.

Percebia-se um pequeno rio à esquerda, onde o ateu reconheceu Nietzsche e Voltaire, com varas de pescar em uma mão e um copo de vinho na outra. Riam alto! À direita, num restaurante com uma enorme varanda, o ateu discerniu somente numa mesa Thomas Paine, Robert Ingersoll e Thomas Jefferson, este último acenando e apontando para um livro em sua mão. Era o último livro de Richard Dawkins.

Confuso, desnorteado, o ateu não consegue entender o que está acontecendo. Só ouve o Satanás ao seu lado, falando como se fossem dois grandes amigos tomando cerveja num barzinho. E ele não parava de falar:

- Meu amigo, aqui você poderá fazer tudo o que você sempre quis. Nada é proibido, desde que você obtenha prazer. (acenando para um homem que passava). Oi Giordano!

O homem retorna o cumprimento. O ateu curioso pergunta:

- Aquele era Giordano Bruno?

- Hã? Ahh... sim! Desculpe-me por não apresentá-lo, mas não se preocupe, pois irá conhece-lo nas noites de quinta-feira. Todas as quintas fazemos jogatina, após o jogo de futebol. O único que não joga é o Karl Marx.

De repente, interrompendo a conversa, o céu fica escuro com nuvens negras e ventos fortes, com descargas de relâmpagos e trovões que parecem anunciar o dia do Juízo Final.

O ateu vê que a pradaria, outrora linda, virou uma fossa abissal que expelia de suas entranhas, labaredas sulfurosas, como línguas demoníacas.

No meio do céu tempestuoso, um homem aparece, gritando loucamente e ardendo em chamas, caindo diretamente na fossa aberta no chão. Tão logo o homem é engolido pelas chamas, tudo volta ao que era antes. A pradaria, Nietzsche e Voltaire no rio e Satanás não parando de falar, como se nada tivesse acontecido.

Perplexo pelo o que viu e não se contendo em curiosidade perante a passividade de Satanás o ateu pergunta:

- Que porra foi isto?

Satanás responde:

- Era um evangélico. Eles preferem o Inferno desta maneira.


texto original publicado no Pavablog.
obs. Pedro Haunholter (soy jo!) é evangélico.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Jogo dos Sete Erros

Descubra: uma delas é a cantora Beyoncé. Só uma.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Teologia da Prosperidade


"Eu pedi prosperidade... Deus me deu cérebro e músculos para trabalhar."


Madre Teresa de Calcutá

Dedicado aos defensores da teologia da prosperidade.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

terça-feira, 14 de julho de 2009

O desmatamento chegou a revista Playboy!


revista playboy ao longo dos anos...

domingo, 12 de julho de 2009

Michael Jackson: o homem que se achava Deus

O mundo parou, ao saber da morte de Michael Jackson. Como pode, um homem só, causar tamanho alvoroço? Houve um colapso nos maiores site de busca e de relacionamentos na internet em função do tamanho de pesquisas feitas sobre ele. Os canais de televisão não falavam de outras coisas. Programas especiais foram feitos de última hora sobre. Milhares e milhares choraram a sua morte.
Confesso que até eu, fiquei sensibilizado. Não sei porque, mas fiquei. Digo isso, porque nunca fui muito fã dele. Eram na verdade o medo e o espanto os sentimentos que me vinham quando eu o via na tv.
Li no jornal de domingo do Globo uma frase sobre ele que diria interessante. Nela, ele era que nem Deus, nem preto nem branco, nem homem nem mulher, nem velho nem criança. Eu até acrescentaria, nem rico nem pobre. Não me lembro quem a escreveu(se foi você que está lendo este post agora, me desculpe por isso!), mas entre muitas outras frases, esta me chamou a atenção pelo motivo óbvio, a comparação com Deus.
É comum em nossa sociedade elevarmos homens e mulheres ao status de divindade. Temos o Deus da guitarra, Eric Clapton. O Deus do futebol, Pelé, ou para outros, Maradona. Esse último, até uma igreja tem. Criamos nossos ídolos quase na velocidade da luz. É só participar de um programa na tv para se tornar celebridade, ser seguido por paparazzis...na falta de ídolos, o homem talvez se sinta só, sem referências, sem ter alguém a quem seguir. Somos assim.
Isso é tão sintomático em nossa sociedade que parece ser comum alguém “famoso” não conseguir nem sair de casa sem ser quase que sufocado pelos ídolos, imprensa e curiosos de plantão.Se pensarmos a fundo, isso é loucura.
Esse era o caso de Michael Jackson. O homem que era endeusado por todo o mundo. Um sujeito cheio de paradoxos e idiossincrasias estranhas. De fato, não sei se era branco ou preto. Acho que nem ele mesmo sabia. Talvez eu concorde com outra frase que estava no jornal sobre ele, subiu tanto, que perdeu a comunicação com este mundo aqui. Mas o fato é que de normal, ele nada tinha. E nós temos culpa nisso.
Temos culpa quando o dizemos que ele é mais do que ele de fato é. Ao colocar alguém em tanto destaque, ele se sente tanto que não consegue mais saber quem é mais e quais os limites que existem para ele, homem. Ele se perde em si próprio. Tenta então voltar a ser criança, mora na Terra do Nunca. Faz plásticas e mais plásticas para evitar as marcas do tempo. Vive em volta de crianças, para quem sabe, tentar ser uma novamente, já que sua infância não foi a das melhores(provavelmente não tão diferente de diversas tantas outras crianças no mundo). Ele pensa que é o Deus, que tudo pode.
Pena foi, não ter conhecido o Deus que da fato se fez homem. O único homem-Deus que já existiu e que ao inverso, fugiu da fama e da idolatria, escolhendo servir ao invés de ser servido. Os homens, como sempre, queriam o corar como rei, mas ele preferiu a manjedoura e a coroa de espinhos para que os outros homens, como o Michael, pudessem morar um dia, não na Terra do Nunca, mas na terra do (para) sempre.

texto de Paulo Brabo, em A Bacia das Almas

sábado, 11 de julho de 2009

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Faz um milagre em mim chega às Paradas (gays) de sucesso

O hit do momento já virou pagode, sertanejo, funk e tecno. “Faz um Milagre em Mim”, gravada por Regis Danese (foto), tocou até na última Parada Gay de São Paulo. O maior nome da Igreja Católica no Brasil, padre Marcelo Rossi, puxa o coro em músicas como “Faz um Milagre em Mim”, Deus do Impossível” e “Fico Feliz”, todos sucessos de cantores evangélicos.
 
Os católicos já perceberam a diferença e, aos poucos, estão se acostumando ao estilo gospel de música. Já foi o tempo em que as canções “Maria de Nazaré” e “Segura na Mão de Deus” eram os únicos sucessos nas missas. Hoje, os hits cantados nas celebrações são compostos por autores evangélicos, sem preconceito.

O maior nome da Igreja Católica no Brasil, padre Marcelo Rossi, é assíduo do “canto de louvor”. Ele puxa o coro em músicas como “Faz um Milagre em Mim”, “Deus do Impossível” e “Fico Feliz”, todos sucessos de cantores evangélicos. O povo acompanhava entusiasmado, em voz e gestos, a celebração realizada na última quinta-feira, no santuário Mãe de Deus, em Interlagos (zona sul de SP), para mais de 6.000 pessoas.

O estilo musical da “concorrência” começou a ganhar força nas igrejas com o crescimento do movimento carismático, ocorrido nos anos 90. Até então, a troca de canções entre as duas religiões era quase imperceptível. Entre os evangélicos, apenas o padre Zezinho –primeiro religioso cantor do país– era aceito. A “Oração da Família”, composta e gravada por ele, é considerada letra universal.

Unificação
Atualmente, os estilos caminham para a unificação, segundo os próprios religiosos. “Hoje está acontecendo o uso comum das músicas porque as letras deixaram de fazer apologia a uma determinada religião e passaram a se voltar à mensagem do evangelho”, afirma o padre Juarez de Castro, secretário de comunicação da Arquidiocese de São Paulo. As letras não citam mais termos religiosos típicos das missas –como a eucaristia, por exemplo.

Para Rodrigo Plaça, cantor católico, a adesão ao gospel acontece porque a base musical evangélica é melhor, quase lírica. “A música deles é de louvor, de entrega. Quando escutam, as pessoas entram em uma espécie de transe, ficam emocionadas e colocam suas emoções para fora. Os católicos perceberam esse sucesso e foram atrás”, afirma.

A democracia musical tem base bíblica, segundo o casal de empresários Ricardo Rodrigues, 47 anos, e Silvia Amaro, 44. “Somos todos cristãos. A única diferença é que eles [evangélicos] não têm o costume de louvar Maria como a mãe de Deus”, afirma Rodrigues. A aceitação tem sido tão grande que, na porta do santuário do padre Marcelo, por exemplo, as barraquinhas de ambulantes comercializam também os CDs de gospel.

Sucesso religioso tocou até na última Parada Gay
O hit gospel do momento já virou pagode, sertanejo, funk e tecno. “Faz um Milagre em Mim”, gravada por Regis Danese, tocou até na última Parada Gay de São Paulo, realizada no dia 14 passado, em versão remixada. O sucesso, segundo o cantor, é atribuído ao desejo das pessoas por mudança. “A música toca no coração. Quem não quer viver um milagre?”, pergunta.

Para Danese, o milagre também foi financeiro. O cantor vendeu 1 milhão de cópias com o CD “Compromisso”, que tem a canção gravada. “Deus falou comigo. Ele avisou que a música teria impacto.”
A comerciante Maria Conceição Cerqueira, 60 anos, também comemora. Ela tem uma barraca próxima ao santuário do padre Marcelo Rossi e lucra vendendo CDs das duas religiões. “As músicas do Regis estão entre as mais procuradas. Disputam com as canções do padre Fábio de Melo e do irmão Lázaro, que são outros sucessos do momento. Os católicos gostam, só reclamam quando a música exagera no testemunho. Os evangélicos falam muito durante as músicas”, diz a vendedora.

Para amenizar as diferenças e agradar a todos os gostos, os padres católicos regravam as músicas evangélicas com novos arranjos. “Assim não dá para ver quase diferença”, completa a vendedora. Os CDs dos religiosos “famosos” são facilmente encontrados. Na porta do santuário, uma cópia falsificada sai por R$ 5.

Fonte: Jornal Dia Dia
Obs. Porque Village People é coisa do passado...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O evento do século

Às margens do Mar Vermelho, Moisés discute com os seus oficiais.

— Moisés — informa um dos oficiais. — Os egípcios estão cada vez mais próximos.

— E são milhares! — completa o outro.

— O que vamos fazer? — pergunta um terceiro.

— Calma! — intervém Moisés. — Não se desesperem! Vou mandar abrir as águas do mar, nós atravessaremos por esta passagem e, assim que terminarmos de passar, as águas tornarão a se fechar impedindo que os egípcios nos sigam.

— Uau! — exclama o Assessor de Imprensa. — Se você conseguir isso, eu juro que te consigo no mínimo dez páginas na Bíblia!

via pavablog

terça-feira, 7 de julho de 2009

Em breve, numa igreja perto de você!

não deixem de participar... é na próxima quarta-feira!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Michael Jack$on


A história financeira de Michael Jackson, morto aos 50 na semana passada, é uma delícia.

E um retrato acabado de como os norte-americanos, remediados ou ricos, conseguiram viver "at large" nas últimas décadas. Emprestando e emprestando. Até o colapso do sistema de crédito no ano passado.

"Rei do pop" e maior vendedor de discos da história, o cantor foi, no ramo das finanças, um sujeito até convencional. Guardadas as proporções e tendo em conta que a maioria dos norte-americanos estão hoje endividados até o pescoço.

Estima-se que Jackson tenha morrido com dívidas acumuladas de US$ 500 milhões.

Seus gastos anuais giravam em torno de US$ 12,5 milhões. Cerca de US$ 7,5 milhões para despesas pessoais, como manter macacos e lhamas ou fretar jatos, e US$ 5 milhões para a manutenção do seu rancho Neverland. Em seu auge, a Terra do Nunca chegou a empregar 150 pessoas.

Jackson teria ganho cerca de US$ 700 milhões em sua carreira artística a partir dos anos 1980, com shows, direitos autorais e royalties da gravadora Sony.

Sua mais brilhante tacada no mundo dos negócios foi a compra, em 1985 e por US$ 47,5 milhões, dos direitos autorais do catálogo de mais de 200 músicas dos Beatles. Esse "ativo" teve seu valor multiplicado várias vezes ao longo dos anos, à medida em que Jackson aprofundava seu gosto por gastos estratosféricos.

No final, foram esses direitos sobre a obra dos Beatles que sustentaram as extravagâncias do cantor. Em parceria com a Sony, Jackson detinha a metade deles. E seu naco valia cerca de US$ 500 milhões. Jackson, porém, já havia dado esses direitos como garantia para levantar outros US$ 300 milhões emprestados do banco inglês Barclays a fim de financiar seus gastos.

O mesmo fizeram milhões de americanos hoje falidos após o estouro da "bolha imobiliária". Eles se endividaram colocando suas casas como garantias para levantar dólares para viagens ou para trocar de carro.

Jackson se endividou e gastou tanto que, em 2006, renegociou suas dívidas dando à Sony novos direitos sobre a metade da sua metade (ou seja, ficou com 25%) dos direitos sobre as músicas dos Beatles. Não foi o suficiente.

Dois anos depois, o cantor quase perdeu Neverland por faltar no pagamento de US$ 24,5 milhões de parcela da dívida que havia tomado para comprar a propriedade (claro que o rancho era financiado).

No final, assim como fez com a Sony, Jackson transferiu metade de Neverland para a Colony Capital, uma empresa da área de investimentos imobiliários. Assim vinha se mantendo à tona, mas cada vez mais perto do naufrágio.

A sequência de shows que planejava fazer em Londres neste ano visava, entre outras coisas, reparar parte da enorme bagunça em suas finanças. Jackson foi finalmente obrigado a trabalhar um pouco quando seu crédito secou.

Não deu tempo.

Matério de Fernando Canzian, repórter especial da Folha, publicada em 30 de junho de 30/6/09.

domingo, 5 de julho de 2009

sábado, 4 de julho de 2009

Palavrão é o car%&*()

Dercy Gonçalves foi um símbolo de dignidade e respeito. E falava muito palavrão.

Betinho, o idealizador da Campanha da Fome, foi um símbolo de dignidade e respeito. E adorava uma cervejinha.

Em pleno 2009, palavrão e cerveja são demonizados como se fossem as causas da miséria, da corrupção e até mesmo da unha encravada. Como se dizia antigamente, mas que caretice!

Recentemente, fiquei chateado com a crucificação de Ronaldo por fazer propaganda da cerveja Brahma. Um colunista da Folha, o meu amigo José Roberto Torero, chegou a acusá-lo de fazer uma ligação pecaminosa entre "cerveja e futebol". Ora, meu caro Torero, será que vou ter que contar pros seus leitores das louras geladas que já tomamos juntos vendo nosso Santos brilhar nos gramados?

Pelamordedeus, gente! Os tempos já são difíceis, recheados de hipocrisia e confusão galopantes... será que precisamos contribuir para esta fogueira de paranóias demonizando o palavrão e a cervejinha no futebol?

Já estava desanimando, quando hoje, aparece o romântico Xico Sá, com sua pena afiada para jogar luz nas trevas da caretice desenfreada. Com muito jeito e elegância, Xico aborda o episódio dos palavrões e "sexualidades" (ó, a sexualidade nos livros, vamos queimar tudo: Plínio Marcos, Nelson Rodrigues e até Shakespeare...) no livro adotado pela Secretaria da Educação de São Paulo.

Pensa-se a escola com a mesma cabeça do tempo que o professor era a ÚNICA fonte de informação dos alunos. Assim, é atribuído ao livrinho de quadrinhos poderes destruidores. Como se fosse ele, não o eterno blablablá dos políticos e o raquítico estado da Educação no país, o responsável pela criação de uma nova geração de deliquentes.



Discernimento, gente, discernimento! Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!

Caretas de plantão: vão pentear macacos! Puta que pariu, gente! Quem nunca falou um palavrãzinho na vida que atire a primeira pedra, caralho!

;-)
texto de Marcelo Tas, via blogdotas

sexta-feira, 3 de julho de 2009

E porque hj é sexta...

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Tragédia da Air France - Um vôo para repensar a vida

“Com sorte, você atravessa o mundo. Sem sorte não atravessa a rua”
(Nelson Rodrigues)

Ontem foi um dia diferente para todos nós. Um dia mais duro. Em que se acorda com a notícia de que um avião sumiu no oceano com 228 pessoas a bordo. Famílias, casais enamorados, oito crianças, um bebê, passageiros mal-humorados, outros de bem com a vida, os que tossem, os que roncam e os que não dormem. Gente que ia e gente que voltava. O avião saíra do Rio, ia para Paris, e desapareceu do radar na altura de um de nossos paraísos, o arquipélago Fernando de Noronha. Tempestade em “zona de convergência intertropical”, raios, trovões, pane elétrica, nuvens espessas – as chamadas cumulus nimbus – e o sumiço nas águas. Ou no céu. Uma das hipóteses é que o Airbus A330 da Air France tenha se desintegrado no ar antes de cair no Atlântico.
Meu filho de 22 anos, candidamente, me disse, sentado a meu lado em frente ao computador.
“Mãe, da próxima vez que você viajar, sei lá, olha antes a meteorologia”.
Faço muito essa rota, sempre pela Air France. Vivi em Paris como correspondente vários anos.
Eu respondi: filho, quando tem que ser…
Há gente que passa a vida inteira sem viajar de avião por medo. E pode acabar atropelado na calçada. Vamos morrer todos um dia e, como diz um amigo meu, o psicanalista Luiz Alberto Py, “é mais saudável sentir medo do provável que do possível”. Possível tudo é. Nunca senti medo de voar. Costuma me bater uma calma até estranha quando me sento no avião. Lembro uma vez, quando viajava com meu ex-marido físico (cujas mãos ficam suadas ao voar) e ele me disse: “Não, Ruth, você está de provocação. Vai começar um capítulo do livro na hora de aterrissar?”
Há dois anos, fiz um vôo de asa-delta, saltando da Pedra da Gávea, com um instrutor. Sobrevoei um vulcão no Chile com um Cessna, em dia de ventania, vendo a lava fumegante. Fiz várias “loucuras”, como descer de helicóptero militar numa zona minada em Angola em tempos de guerra, ou andar num carro dirigido pelo inglês Nigel Mansell no circuito de Interlagos com a pista molhada. Não me lembro de ter sentido medo, apenas adrenalina. O jornalista costuma ser, sim, um pouco irresponsável com a própria vida. Mas a vive com paixão.
Esses passageiros que iam para Paris não faziam nenhuma loucura. Como ouvi ontem de um especialista, é mais fácil morrer voltando de táxi para casa do aeroporto, depois de perder o avião por alguma eventualidade. Cerca de 85 mil aviões comerciais decolam por dia no mundo. Este não chegou ao destino.
Entre os 58 brasileiros que embarcaram no Galeão, havia, como em todos os voos, gente nascida em vários estados, de todas as idades, para quem Paris significava trabalho, prazer, volta para casa, ou simples escala de conexão. A jovem Ana Carolina, de 28 anos, trabalhava em comunidade carente no Rio com crianças e jovens envolvidos com violência armada. A família gaúcha Chem – cirurgião plástico, psicóloga e filha executiva – ia para a Grécia passar um mês de encantamento. Havia um oceanógrafo. O maestro que iria reger em Kiev, na Ucrânia. Uma cantora e dançarina. Professores universitários, engenheiros, executivos. Um deles, da Vale, ia a Paris receber um prêmio. Um Orleans e Bragança, descendente de dom Pedro II. Um casalzinho em lua de mel – a cerimônia tinha sido no sábado. Também estavam no voo 447 alguns brasileiros que voltavam para a Europa após visitar as famílias no Brasil. Mais e mais fragmentos de vida vão surgir e nos entristecer esta semana.
A tragédia do Airbus A330 não apenas nos enche de dor. Ela nos confronta com nossa fragilidade. Dá medo sim. De sumir, de deixar de existir para quem amamos sem ter tempo de mandar um SMS, e de fechar precocemente a agenda da vida quando ainda há tanto a fazer. Mesmo os jovens, que se julgam imortais, imunes a quase tudo, sentem um aperto. Num momento assim, quem brigou faz as pazes. Quem se lamenta por frivolidades dá um tempo. Há uma celebração interna por estar vivo. E me invade uma tremenda vontade de continuar aproveitando tudo com intensidade.
Como dizia nosso grande cronista Nelson Rodrigues, “sem paixão não dá nem pra chupar um picolé”.
Você é apaixonado pela vida? Ainda tem tempo.

Ruth de Aquino, no blog Mulher 7 x 7